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Calculadora de Juros Compostos

Simule quanto um valor rende ao longo do tempo, com ou sem aporte mensal, e veja a evolução ano a ano. É a conta que mostra por que começar cedo importa mais que começar com muito.

Em porcentagem, no período escolhido ao lado.
Em anos.

Valor final acumulado

R$ 0,00

Evolução ano a ano

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Como funcionam os juros compostos

Juro simples rende sempre sobre o valor inicial. Juro composto rende sobre o valor inicial mais os juros que já foram acumulados — é o juro que rende juro. A diferença é pequena nos primeiros meses e enorme depois de alguns anos.

A fórmula com aporte mensal é M = C × (1+i)n + P × [((1+i)n − 1) ÷ i], onde C é o valor inicial, P o aporte, i a taxa do período e n o número de períodos.

Cuidado ao converter a taxa

Taxa anual não se divide por 12. Uma taxa de 12% ao ano não é 1% ao mês — é (1,12)1/12 − 1, ou aproximadamente 0,949% ao mês. Esta calculadora faz a conversão correta quando você escolhe "ao ano".

Simulação, não previsão. O cálculo assume taxa constante durante todo o período, o que não acontece na prática. Também não desconta Imposto de Renda, IOF nem inflação — o valor final é nominal, e o poder de compra dele será menor.

Perguntas frequentes

Que taxa eu devo usar?

Depende do investimento. Para renda fixa atrelada ao CDI, use a taxa anual do CDI multiplicada pelo percentual do papel. Para poupança, a regra atual rende cerca de 70% da Selic quando a Selic está acima de 8,5% ao ano.

Preciso descontar o Imposto de Renda?

Na maioria dos investimentos de renda fixa, sim, sobre o rendimento — de 22,5% a 15%, conforme o prazo. Poupança, LCI e LCA são isentas para pessoa física.

Por que o aporte mensal muda tanto o resultado?

Porque cada aporte começa a render a partir do mês em que entra. Ao longo de dez anos, os aportes iniciais rendem quase o período inteiro — o efeito somado costuma superar bastante o valor inicial, mesmo com aportes pequenos.

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